Saúde de Guaxupé está preparada para atender possíveis casos de monkeypox
As equipes de Saúde de Guaxupé, Vigilância e Epidemiologia, Atenção Básica e Controle de Infecção da Santa Casa, receberam orientações da Secretaria Estadual de Saúde sobre os procedimentos a serem adotados caso a cidade venha a ter casos confirmados para a varíola dos macacos, ou monkeypox.rn
A capacitação das equipes aconteceu na sexta-feira, dia 5, onde foi detalhado a nota técnica enviada pelo Ministério da Saúde explicando como identificar casos suspeitos, as formas de coletar materiais para exame, como fazer o isolamento do paciente, a importância do uso do EPI-Equipamento de Proteção Individual, etc.rn
A Diretora da Vigilância em Saúde, Jurema Cristina dos Santos, afirma que todas as equipes estão preparadas e que a população fique atenta com o surgimento de alguns sintomas, e procure o atendimento médico na unidade de saúde mais próxima.rn
Conforme o Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, os casos suspeitos de Guaxupé, Guaranésia, Monte Belo, Muzambinho e Passos continuam aguardando resultados laboratoriais.rn
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O QUE É VARÍOLA DOS MACACOSrn
Conforme a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, o Monkeypox é uma doença zoonótica viral causada pelo vírus Monkeypox. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animal ou humano infectado ou com material corporal humano contendo o vírus. Apesar do nome, os primatas não humanos não são reservatórios do vírus.rn
Em Minas Gerais, o primeiro caso suspeito foi notificado em 11 de junho de 2022 e o primeiro caso confirmado no dia 29 do mesmo mês, por Belo Horizonte.rn
A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com secreções respiratórias, as lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infectantes, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva. As pessoas que possuem contato íntimo, membros da família e parceiros sexuais, correm maior risco de infecção, assim como profissionais de saúde. O período de incubação é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.A via de transmissão sexual está sendo investigada.
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