Nenhuma mãe é boa pra tudo
Façam um exame de consciência.rn
Tem cabimento acreditar que, bastou a mulher ficar grávida, pra num passe de mágica transformar-se numa mãe maravilhosamente amorosa? Achar que virou Nossa Senhora?rn
Claro que não. Alguém tem dúvida disso?rn
As exigências sociais e até familiares mais esmagam a maternidade do que a auxiliam.rn
Mãe tem instintos, é verdade, mas isso não anula a necessidade de adquirir informações, conhecimentos da Pediatria, da Psicologia, da Nutrição e até da Religião, afinal, maternidade é realidade sagrada sim.rn
Tem mãe que leva mais jeito com criança pequena, enquanto outra se dá melhor com adolescentes.rn
Tem mãe que deseja ter mais de um filho, enquanto outras são sinceras em fechar a fábrica após o primeiro.rn
Tem mãe que é melhor para educar, outras para cozinhar.rn
Tem mãe que é melhor para ficar quieta e rezar, enquanto outras são melhores para chamar os filhos para sair e passear.rn
Uma mesma mãe, claro, pode até ter diversificadas habilidades, se dar muito bem em duas, três funções.rn
No entanto, o mais comum, é que cada mãe acaba se tornando especialista numa área. Que mal há nisso? Por que não aproveitar isso, reconhecer isso, em vez de ficar o resto da vida perdendo tempo criticando tudo isso? E se as mamães são assim, especialistas, as vovós também são.rn
Não há porque ficar exigindo o improvável para todas as mamães e as vovós. Já chega de tanta inútil e tola pressão né!rn
E não vamos nos esquecer do clube dos “machos”! Sim... Os complementares são necessários, e sempre precisarão vir dos papais e dos vovôs.rn
Pense nisso!
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