Jovens desaparecidos na Grande Florianópolis foram mortos por facção, diz PMSC

Dez 31, 2025 - 18:05
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Jovens desaparecidos na Grande Florianópolis foram mortos por facção, diz PMSC
Jovens desaparecidos na Grande Florianópolis foram mortos por facção, diz PMSC

O portal de notícias catarinense Jornal Razão divulgou na tarde desta quarta-feira, dia 31, informações obtidas com exclusividade junto a fontes ligadas à Agência de Inteligência da Polícia Militar de Santa Catarina afirmando que os jovens desaparecidos foram mortos por integrantes do PGC (Primeiro Grupo Catarinense), facção com forte atuação em Santa Catarina. Os corpos, conforme o relato, teriam sido enterrados em local ainda desconhecido, num suposto ‘cemitério da facção’.rn

As mesmas fontes apontam que o grupo teria sido identificado ou confundido como ligado ao PCC, facção originária de São Paulo e com atuação também em Minas Gerais. A suspeita é de que gestos feitos em fotos e vídeos publicados em redes sociais, como o sinal conhecido como “Tudo 3”, interpretado no meio criminoso como referência ao PCC, possam ter contribuído para o desfecho trágico.rn

Familiares sempre afirmaram que os jovens estavam em Santa Catarina exclusivamente em busca de trabalho, sem qualquer envolvimento com o crime. Comentários de parentes reforçam que tatuagens ou gestos em fotos não indicam histórico criminal, e que eles não tinham passagens pela polícia.rn

O desaparecimento simultâneo ocorreu na madrugada do dia 28, em São José, na Grande Floripa. O último contato confirmado foi por volta da meia noite, quando Pedro convidou um amigo para ir a um bar no Centro de Florianópolis. Horas depois, câmeras de segurança registraram três deles caminhando em frente ao prédio onde moravam. Em seguida, o imóvel foi encontrado aberto. Nenhum voltou. Nenhum atendeu telefone. Nenhum deu notícia.rn

Desde o início, a Polícia Militar de Santa Catarina atuou no registro do caso por meio do SOS Desaparecidos, com rápida mobilização e repasse das informações aos setores de inteligência. A Polícia Civil segue com a investigação formal, apurando a veracidade das informações e trabalhando para localizar o possível local onde os corpos teriam sido ocultados.rn

As famílias seguem cobrando respostas, enquanto as forças de segurança intensificam os trabalhos para esclarecer o que aconteceu naquela madrugada. Novas atualizações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações oficiais.rn

Os pais de Guilherme estavam fazendo uma vaquinha para arrecadar fundos e ajudar a custear a estadia e refeição, durante a permanência naquela cidade.rn

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Bruno Máximo da Silva, 28 anos, Daniel Luiz da Silveira, 28, Guilherme Macedo de Almeida, 20, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, 19,haviam sido vistos pela última vez no dia 28, domingo.rn

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Com informações de Jornal Razão

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