Intérprete de Libras fala sobre a profissão e desafios futuros da acessibilidade
Hoje é comemorado o Dia Nacional do Surdo, data que foi oficializada em 2008 e escolhida por ser a data da fundação da primeira escola de surdos no país: o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).rn
Guaxupé não tem um número exato de surdos e um censo será promovido para facilitar o direcionamento das políticas públicas em vários setores.rn
A língua de sinais é uma das formas essenciais de comunicação para a comunidade surda. No Brasil, utilizamos a Língua Brasileira de Sinais (Libras), que é gestual-visual e combina sinais com expressões faciais. É importante destacar que, assim como outros idiomas do mundo, a língua de sinais não é universal. rn
Além da Libras, existem outras línguas de sinais pelo mundo, como a Língua Americana de Sinais (ASL) nos Estados Unidos, a Língua de Sinais Francesa (LSF) na França, a Língua Gestual Portuguesa (LGP) em Portugal e a Língua de Sinais Australiana (AUSLAN) na Austrália. Cada uma delas reflete a diversidade e riqueza cultural das comunidades surdas em diferentes partes do globo.rn
Quanto à profissão de intérprete de Libras, é uma função crucial para garantir a comunicação efetiva entre surdos e ouvintes em diversos contextos, como escolas, eventos, consultas médicas e até mesmo na mídia. Esses profissionais desempenham um papel fundamental na promoção da inclusão e na quebra de barreiras comunicativas.rn
Neste episódio do CORREIOCAST, a professora e intérprete Christiane (Kika), comenta sobre a profissão e os desafios.rn
Se inscreva no canal para assistir a entrevista:rn
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