Geladeiras terão nova etiqueta de eficiência do Inmetro a partir de 2026

Dez 31, 2025 - 10:35
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Geladeiras terão nova etiqueta de eficiência do Inmetro a partir de 2026
Geladeiras terão nova etiqueta de eficiência do Inmetro a partir de 2026

A partir de 1º de janeiro de 2026, os refrigeradores comercializados no Brasil deverão exibir uma nova versão da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE). A atualização, estabelecida pela Portaria nº 736/2024 do Inmetro, faz parte de um esforço contínuo para tornar o consumo de energia no país mais eficiente e alinhar o mercado brasileiro a padrões internacionais.rn

O que muda na classificação?rn

A principal novidade é a simplificação e o endurecimento das regras de eficiência. Confira os pontos centrais:rn

-Fim das subclasses: As antigas categorias A+, A++ e A+++ deixam de existir.rn

-Apenas três classes: A nova etiqueta exibirá apenas as classes A, B e C.rn

-Banimento de modelos ineficientes: Equipamentos que se enquadrariam nas categorias D, E e F foram banidos do mercado por resolução do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE).rn

Segundo João Nery, diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro, a mudança também atualiza os métodos de testes. "Será adotada a versão mais recente da Norma Técnica internacional (IEC 62552), o que reflete o alinhamento da regulamentação brasileira aos padrões globais", explica.rn

Como ler a nova etiquetarn

O Inmetro orienta que o consumidor utilize a etiqueta como ferramenta de economia. Os principais itens de atenção são:rn

-Classe de Eficiência (A, B ou C): Permite comparar rapidamente dois modelos de tamanhos diferentes.rn

-Consumo mensal (kWh/mês): Indica o quanto o aparelho pesará na conta de luz.rn

-Volume e Temperatura: A etiqueta detalha o espaço interno (litros) tanto do refrigerador quanto do congelador, além de informar a temperatura mais fria alcançada (como -18 ºC ou -6 ºC).rn

Prazo de transiçãorn

Os consumidores ainda encontrarão modelos com a etiqueta antiga nas lojas durante o próximo ano. Fabricantes têm até 31 de dezembro de 2025 para produzir aparelhos no formato atual. Já o comércio varejista poderá escoar os estoques antigos até o fim de 2026, embora a expectativa é que a transição completa ocorra antes desse prazo.

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