Furtos de café continuam na região
Produtores rurais de Minas Gerais enfrentam desafios cada vez maiores com furtos em propriedades agrícolas. Em menos de uma semana, dois casos de subtração de café foram registrados em diferentes municípios, alertando para a vulnerabilidade das lavouras durante o período de colheita.rn
O primeiro crime ocorreu em Itamogi (MG), onde um produtor rural acionou a Polícia Militar na manhã da última quinta-feira (5). Ao chegar à sua propriedade, ele constatou o furto de aproximadamente 10 sacas de café cereja (em coco), cada uma com capacidade de 70 litros. O material havia sido colhido e deixado no meio do cafezal nos dias anteriores, mas desapareceu antes de ser transportado. A área não possui porteira, residência ou sistema de monitoramento, o que pode ter facilitado a ação dos criminosos. Até o momento, não há suspeitos identificados, e as investigações continuam.rn
O segundo caso foi registrado na sexta-feira (6) em Arceburgo (MG). Na Fazenda Bibi, funcionários perceberam sinais de colheita indevida enquanto transitavam com um trator próximo à lavoura. Segundo o proprietário, há meses nenhum colaborador acessava aquela área específica, e estima-se que tenham sido furtadas cerca de 70 medidas de café, o equivalente a aproximadamente 12 sacas de 60 kg cada. A propriedade, situada à margem de uma via vicinal sem cercamento e sem monitoramento por câmeras, oferecia livre acesso. Não foram identificados vestígios de veículos no local, dificultando a apuração dos responsáveis.rn
Os furtos de café se tornaram uma preocupação crescente para os produtores da região, que veem suas lavouras cada vez mais expostas a criminosos. As autoridades reforçam a necessidade de medidas de segurança, como monitoramento e controle de acesso, para evitar novas ocorrências.
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